O Ibama vistoriou 17 empresas portuárias no Espírito Santo. O que isso significa para o setor?
Em abril deste ano, o Ibama realizou uma operação preventiva no litoral capixaba que inspecionou instalações portuárias quanto à capacidade de resposta a emergências com óleo no mar — verificando desde barreiras de contenção e skimmers até a regularidade de documentos como o PEI (Plano de Emergência Individual).
A ação envolveu, além do Ibama, a Marinha do Brasil, o IEMA e a Vports, e mobilizou servidores de outros estados. Um movimento robusto, e com recado claro: conformidade ambiental não é opcional, e prevenção é o melhor instrumento de gestão de risco.
Atuo há mais de 20 anos nesse mercado e vejo com frequência empresas que tratam o PEI e os demais programas ambientais como obrigação burocrática — e não como o que de fato são: ferramentas estratégicas de proteção do negócio, do meio ambiente e das comunidades costeiras.
Esse tipo de fiscalização preventiva é salutar e necessário. Quando bem estruturado, o licenciamento ambiental e seus condicionantes — incluindo planos de contingência para vazamentos — reduzem drasticamente o tempo de resposta e os danos em caso de acidente real.
Na Foco Ambiente, temos trabalhado lado a lado com empresas do setor portuário e offshore, com mais de 25 projetos executados, exatamente para garantir que essa preparação seja real, não apenas documental.
Se a sua empresa ainda não revisou seu PEI ou os programas ambientais vigentes, conte com a Foco Ambiente.
